segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
A "descoberta" do senhor Manuel Irío
domingo, 2 de janeiro de 2011
A acabar o ano com o padre Zé Fernando e outra malta (muita) fixe!
sábado, 1 de janeiro de 2011
A cinquentinha que vai deixar a KLT na garagem
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A indomável Roadog
Por mais curta que seja a sua vida, todas as motos têm uma história para contar. Poucas, no entanto, terão uma tido uma vida tão aventureira como a Roadog, a moto mais comprida do mundo. Criada no começo dos ano 70 pelo americano William "Wild Bill" Gelbke, - um engenheiro electrónico que trabalhou vários anos na McDonnell Douglas antes de se estabelecer com uma oficina mecânica em Chicago - a moto tinha um motor de um Chevrolet Chevy II, a transmissão de uma Harley Power Glide, travões de disco de um Chevrolet Corvette, e quatro apoios hidráulicos em vez de um descanso normal. Tinha 5,18 metros de comprimento e pesava 1487 kgs. Só no seu primeiro ano de vida, a moto fez quase 30.000 kms um pouco por todos os Estados Unidos mas depois disso Wild Bill voltou com ela para Chicago e concebeu uma máquina mais pequena, a Gelbke Auto-Four que "só" pesava cerca de uma tonelada e da qual ainda se fizeram oito exemplares. Só isto já dava direito à Roadog para figurar nos anais da história das duas rodas, mas a sua história não acaba aqui. Em 1979, Wild Bill morreu (em circunstâncias que nunca ficaram muito claras mas ao que tudo indica com uma bala disparada pela polícia!) e passado pouco tempo a moto desapareceu para só reaparecer passados seis anos numa garagem, na Califórnia. Após uma colecta pública de dinheiro, foi comprada aos herdeiros de Wild Bill pela Motorcyclist, uma das principais revistas norte-americanas de motos da época, e foi planeada uma sessão fotográfica com ela, parada e em movimento. Para a conduzir foi nomeado o director de testses da Motorcyclist, um ex-piloto com bastante anos de experiência na condução de todo o tipo de motos, só que o homem não chegou muito longe. Ainda conseguiu pôr a moto a andar mas quando chegou à primeira curva, em velocidade moderada, a Roadog simplesmente atirou-o para o chão. No seguimento disto, fizeram-se vários testes de física à moto e a mesma foi considerada "inconduzível" e nunca mais ninguém a experimentou. Aparentemente, só Wild Bill a conseguia "montar".
domingo, 26 de dezembro de 2010
A Honda 90 Limusine
Algunas personalizações de clássicas não têm lá muita graça mas há outras que são verdadeiras obras de arte e esta, de uma Honda 90, é uma destas últimas. Foi "descoberta" pelo Carlos Veríssimo de Álcacer do Sal e vale a pena ver, e rever. O primeiro video dá-nos uma ideia do que é a moto e da qualidade do trabalho de quem a fez enquanto o segundo, que terá sido filmado num passeio
de Hondas clássicas, é simplesmente hilariante, sobretudo ao vermos como o condutor faz aquelas curvas fechadas com a maior das facilidades. Não haverá aí nenhum "maluco" que se entusiasme a fazer uma coisa parecida, seja com uma Honda uma Yamaha, uma Florett, uma Zundapp de origem ou até algo "made in Portugal"?
sábado, 25 de dezembro de 2010
Só coisas bonitas
Já há vários anos que tenho por hábito dar um mini-giro por algum lugar longe dos Lisboa na véspera de Natal e este ano não foi excepção. Desta feita fui até aos nortes, ao Minho mais exactamente, e é impressionante a quantidade de coisas que um apaixonado de motos clássicas pode ver por lá mesmo que seja só numa viagem-relâmpago como esta. Para variar, não fui nem a metade dos lugares onde gostaria de ter ido mas tanta coisa boa que mesmo assim deu para ver! Desde uma moto russa de 300cc indescritível - mas que havemos de descobrir o que é - até uma Bina a andar na EN 13 perto de Foz do Neiva (e a passar por uma carrinha da Brigada de Trânsito que ficou estupefacta a olhar para ela e para o seu condutor sem capacete), uma raríssima ACE de quatro cilindros que está a ser restaurada em Famalicão pelo Eduardo "das Indians", três ou quatro Casal das primeirísismas no Armindo "do Louro", os avanços no restauro do que promete vir a ser uma V5 de Turismo com malas "de pistola" de fazer parar o trânsito ou quase, a que é provavelmente a única Suzuki 500cc a dois tempos de competição em Portugal, e mais e mais. Tudo isto em pouco mais de oito horas. E ainda há quem me pergunte como arranjo tanto material para escrever na revista.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Esta é do pai
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