quarta-feira, 23 de março de 2011
Relíquias pasteleiras
segunda-feira, 21 de março de 2011
Do alto do mundo, ou quase
O beirão Luís André Costa, já decidiu: vem a Fátima, e vem a rolar por aí abaixo na sua Famel Mirage desde Manteigas, a sua terra, no topo da serra da Estrela. Há coisa de um mês atrás, tentou entusiasmar uns quantos amigos e vizinhos para virem com ele mas eles ainda não se decidiram e o bom do Luís não vai ficar mais à espera deles. "Eles agora que decidam mas eu vou e se for o caso vou sozinho", diz ele. "Por mais que lhes tenha dito que isto (de Fátima) não pode ficar para a última hora, ainda não se decidiram, e eu não estou para esperar. Já me inscrevi e pelo menos eu vou. E hei-de chegar a Fátima na Mirage, e depois hei-de voltar nela a Manteigas".
Por cá há uma, pelo menos
sexta-feira, 18 de março de 2011
O "milagre" do Entroncamento
quinta-feira, 17 de março de 2011
A monocilíndrica, quase, sem limites

O entusiasmo nacional à volta do Todos de Fátima está a surpreender tanto como, digamos, o termos pela primeira vez desde o Afonso Henriques três equipas apuradas para os quartos de final da Liga Europa, mas assim como a vida não é só feita de futebol, há muitas outras coisas interessantes nas motos antigas para lá de Fátima. E uma delas é um dos artigos da próxima MotoClássica. De há uns sete meses para cá, temos vindo a falar na revista sobre o historial de várias grandes marcas no mundo das corridas. Começámos com as très marcas italianas com mais "pedigree" nestas coisas (primeiro a Gilera, depois a Moto Guzzi e depois a MV Agusta) depois continuámos com as japonesas (Honda, Suzuki, Yamaha e no mês passado a Kawasaki)e este mês começamos com as inglesas, a primeira das quais é a Norton. E eu que pensava que até já sabia umas coisas sobre a marca - ou não fosse a Norton Commando uma das motos que hei-de um dia ter quando tiver garagem para isso - vim a descobrir uma montanha de coisas que afinal não sabia. Dados históricos, pequenos detalhes, curiosidades e outras coisas. O artigo da marca foi acabado ontem, uf, e embora me tenham ficado mil e um pormenores dele na cabeça, há um que é, muito provavelmente, o mais interessante de todos. É a constatação de como primeiro James Norton, o fundador da marca, e depois os engenheiros que o sucederam no departamento de novos projectos da Norton, como eles foram prodigiosos no desenvolvimento, ao longo de quase 50 anos, de uma família de monocilindrícos primeiro de 500cc e depois 350cc também, todos eles evoluções do motor da primeira Norton - a Model 1 ou "Energette" - concebida por James ainda antes de 1910 e que, praticamente até ao fim se mantiveram extremamente competitivos. É obra!
segunda-feira, 14 de março de 2011
O nosso "afegão"
Há quem venha de longe para o Todos a Fátima. Há quem venha do Minho, de Trás os Montes, das Beiras Interiores, dos Alentejos ou dos Algarves, e há até quem venha de Espanha, França ou Luxemburgo. Ninguém, no entanto, deverá fazer tantos quilómetros (se bem que a maior parte de avião) como o alentejano José Grego que tem esta Casal de quatro e outras preciosidades em casa mas que neste momento está no Afeganistão, inserido no contingente português que lá está ao serviço da ONU. Pois o Zé, que aqui aparece com o seu filho João - também ele entusiasta de motos como se está a ver - vai estar por aquelas paragens até Outubro mas conseguiu umas mini-férias na primeira quinzena de Junho e um dos grandes programas que tem enquanto cá vais estar, imagine-se qual é? Ir a Fátima com os amigos, ora pois. Zé vai vir a rolar desde Odemira, integrado no grupo da Sociedade Recreativa e Musical São Luís que deverá contar com 30 participantes um pouco de todo o concelho de Odemira mas a sua Casal quase de certeza que não vai ser muito difícil de identificar. E isto porque Odemira tem a fama, e o proveito, de ser das terras de Portugal onde mais se venderam Zundapps. Por outras palavras, não será de estranhar se à chegada a Fátima, entre os 30 participantes do grupo, 20 ou mais vierem montados em Zundapps. Mas se assim for, descobrir o nosso "afegão" e a sua Casal no meio daquilo tudo não vai ser tão difícil.
domingo, 13 de março de 2011
Quem diria!
Quem diria? Quem diria que o tema da Vilar seria tão interessante como tema de capa da MotoClássica? Eu, confesso,nunca me arriscaria a dizê-lo. Quando decidi fazer da marca de São Mamede de Infesta o tema principal da última revista, fi-lo mais na convicção que a Vilar merecia um dia ser capa que outra coisa. Pensei, sinceramente, que não havia muita gente interessada nesta confusão de modelos que à primeira vist parece que nunca mais acabam mas pensei também que, independentemente disso, a revista tinha a obrigação de ajudar a esclarecer o que pudesse ser esclarecido sobre o que foi o grande enredo "vilaresco". Pensei que o artigo ia ser lido e "punto" como dizem os espanhóis, mas não. Tirando as revistas que já tivemos dedicadas às duas motorizadas mais queridas deste país - a V5 e a Xf17 - nunca tivemos nenhuma MotoClássica cujo artigo principal fosse tão comentado. Só leitores a enviarem-nos fotos com modelos que falámos ou não falámos no artigo terão sido uns 10 e fora isso ainda tivemos uns quantos telefonemas, mails e cartas com gente a falar na marca e neste ou naquele modelo. Fazer esta revista todos os meses com uma estrutura pequena como a nossa cansa, mas com tanto feedback é caso para dizer que quem corre por gosto não cansa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)