domingo, 29 de maio de 2011

Estamos quase lá


A menos de duas semanas do grande dia, começamos a entrar em contagem decrescente (acelarada) para o "big event". Está tudo, ou quase, tudo, a postos para receber as mais de 3000 máquinas que são esperadas a partir de quinta-feira em Fátima, embora ainda haja pormenores de última hora a tratar mas que, nos próximos dias, têm tudo para ainda poder ser tratados. É a primeira vez e vamos torcer para que tudo corra certo mas como nada pode ser deixado ao acaso, nas duas bases da organização - aqui em Lisboa e em Fátima - quase não se pensa noutra coisa, de manhã até à noite. Uf!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Prontinha a ir


O aveirense António Casimiro tinha um problema. Tem umas quantas Vespas, algumas até raras, e tem também uma série de motorizadas e ciclomotores (entre eles uma Zundapp Combinette das primeiras) mas entre todas as suas "meninas" não havia nenhuma que o satisfizesse como máquina apropriada para o levar a Fátima. Estava a ver o dia do encontro aproximar-se e nada mas como a esperança é a última a morrer, decidiu que mal a Automobilia de Aveiro abrisse as portas na sexta-feira do passado dia 20, ele seria dos primeiros a entrar na feira para ver se descubria algo apropriado. Sexta pelas 15.00, quando a feira abriu, lá estava ele e passado pouco mais de uma hora já tinha o problema resolvido. Descobriu uma Zundapp KS 50, no stand da Moto Sport, e em poucos minutos fechou negócio. Feito isto, foi directo ao stand da MotoClássica e da SóClássicas, inscreveu-se para o evento, e pronto. Tá feito. "Das várias alternativas que tinha na cabeça, esta, a Zundapp de origem era a que mais me entusiasmava. Tinha uma fezada que havia de descobrir uma e como ainda por cima conheço bem o Zé Manuel (da Moto Sport), em 10 minutos fechámos o negócio".

terça-feira, 24 de maio de 2011

O pai, as gémeas, e as suas motos muita lindas


Alguns dos mais de 3000 participantes do Todos a Fátima poderão passar meio desapercebidos no meio de tanta gente mas tal não vai ser, certamente, o caso de José Azevedo Pereira e as suas duas filhas gémeas, a Liliana e a Juliana. Os três vão vir de Trofa e graças ao bichinho das clássicas, qualquer um deles vai participar activamente no encontro. Enquanto o homem e uma das filhas vão de SIS Sachs V5 que José Pereira tinha em novo e que há alguns anos atrás resolveu recuperar, a outra filha vai na EFS Mini-Puch das duas irmãs, a qual lhes foi oferecida já há uns bons anos atrás. Este ano é assim mas para o ano, pode ser que cada uma das duas já venha na sua própria máquina.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Automobilia dos contrastes


Houve de tudo um pouco, na Automobilia deste ano, que teve lugar no fim de semana passado em Aveiro. Muitas motos, muitas scooters, muitas motorizadas e muitas bicicletas também. Os expositores que já estamos habituados a ver de outros anos, mas também caras novas a mostrar que o meio das clássicas está a atrair cada vez mais gente. A boa organização a que já estamos habituados, mas ainda melhor também que a do ano passado. E bons negócios a terem lugar, tanto nas motos grandes (o recorde foi, provavelmente uma Bmw R69s vendida por 17.500e) como nas pequenas (onde as transações foram desde 3500e euros para V5s Sport de primeira geração já restauradas até 150e para Vilares e outras nacionais, por restaurar). O número de visitantes terá ficado um pouco aquém do ano passado mas mesmo assim, para um país em crise, nada mau.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ainda há lugar para mais

Muita gente que está a pensar participar no Todos a Fátima vai sair de casa no próprio sábado com o raiar da aurora para lá chegar a horas mas para quem vem de mais longe, tal é impossível e,das duas uma, ou planeia a viagem para ir dormir já a Fátima ou vai ter que dormir algures a meio do caminho para chegar a Fátima sábado também cedo. O lugar mais normal para pernoitar neste caso será uma residencial ou outro lugar tradicional, mas há alternativas como salões paroquiais, ou de bombeiros. Nada mau, mas para quem vem do norte, há ainda uma outra alternativa: a sede do Vespa Clube do Marquês, em Pombal, a qual, ao que tudo indica, é um pequeno luxo e não só. Situa-se num terreno próprio do clube e foi construído, totalmente ou quase pelos sócios. Um exemplo para dezenas e dezenas de motoclubes de norte a sul do nosso querido rectângulo e ilhas.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

É verdade, pá!


Só se aplica a motorizadas e ciclomotores e a sua regulamentação é ainda uma incógnita, mas o projecto de lei do deputado Miguel Tiago que foi aprovado no passado dia 13 deste mês de Maio na Assembleia da República é um grande passo em frente a proteção e valorização histórica das máquinas de duas rodas antigas em Portugal. Aprovado por unanimidade, o projecto facilita, grandemente, a legalização de motorizadas e ciclomotores antigos, mesmo aqueles sem a totalidade dos documentos actualmente necessários para a legalização e, entre outras coisas, acaba com a obrigatoriedade de utilização das matrículas "gigantes" nas motorizadas e ciclomotores históricos. Após a sua aprovação pela Assembleia, o projecto vai agora avançar para a fase de regulamentação por parte do IMTT e outras entidades envolvidas. Apesar de muita coisa ainda poder acontecer - em Itália, por exemplo, há uma legislação semelhante mas a sua aplicação prática é particularmente confusa por causa das entidades envolvidas na regulamentação da lei - a aprovação do projecto é um bom motivo de alegria não só para os milhares de portugueses que gostam de motos antigas como para o país como um todo.

domingo, 15 de maio de 2011

O grupo com mais senhoras?


O número de clubes, associações e outros grupos aderentes ao Todos a Fátima não pára de aumentar, na última contagem - feita no domingo passado - já tinha ultrapassado os 200 que era um dos "big" objectivos do nós quando tudo isto começou há coisa de um ano atrás. Como seria de esperar, todos os grupos são diferentes ou, melhor falando, não há dois grupos iguais. Uns vêm de mais longe, outros de mais perto, uns são maiores, outros mais pequenos e uns já existem há anos e anos enquanto outros foram criados propositadamente, ou quase, para o Todos a Fãtima. Nenhum, porém - penso eu de que - poderá orgulhar-se como os Lentos e Fumarentos de Quiaios de ter cinco senhoras no seu grupo. E ao que parece, mais poderiam ser. Só por isto, o grupo vai certamente ser dos mais admirados em Fátima, mas tem mais. Apesar de ter quase 60 participantes no total, a idade média dos mesmos é de vinte e poucos anos. Haja mais grupos assim, né?