terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Duas a não perder


Enquanto a Dmc 18 avança a olhos vistos - também pouco mais tenho feito que trabalhar nela - avizinham-se dois eventos que também me vão tomar algum tempo, e muita atenção. Um é a feira de Aveiro do próximo fim de semana. Umas pessoas dizem que vai ser interessante, outras dizem que aquilo não tem nada de engraçado para se ver e para já, verdade seja dita, não posso dizer nem que concordo nem que discordo de uma ou outra opinião. Nunca fui a nenhuma feira de Aveiro de Dezembro. À de Maio já fui duas vezes e gostei muito. Muita gente, muitas motos, muito ambiente, porreiro. A esta nunca fui. Mas pelo que sinto da organização, pelo menos vontade de fazer coisas parece haver. Daqui a quatro ou cinco dias, já posso dizer o que acho. Mas há mais. Um pouco mais para norte, em Famalicão, os homens do Indian Clube de Portugal estão a preparar o que parece ser a exposição de motos clássicas mais interessante que já se fez em Portugal desde a que Pedro Pinto fez na Expo há uns 10 anos atrás. A dita cuja só abre as portas dia 05 mas diz quem está a acompanhar a organização da mesma, que vamos lá ver algumas maravilhas que muitos de nós não imaginávamos que existissem sequer. Não sei como se chega lá de moto nesta altura com tanta chuva e frio, mas hei de descobrir o caminho.

domingo, 22 de novembro de 2009

A cartada RZ


Começo dos anos 80: a braços com um mercado estagnado, pressões salariais cada vez mais difíceis de satisfazer, e o fenómeno nascente mas cada vez mais preocupante das importações de motorizadas japonesas, a Casal tenta voltar aos seus tempos áureos da segunda metade da década de 60 e dos anos 70 com lançamentos cada vez mais ambiciosos. E entre aqueles em que a empresa arriscou mais, o da RZ50 foi certamente um deles pois a mesma destinava-se ao segmento de motorizadas desportivas onde a Casal não tinha tido, até então, qualquer êxito comercial. João Casal, porém, era um homem extremamente arrojado e apesar de todos os problemas, resolveu arriscar dando luz verde ao projecto. Não obstante todos os seus avanços tecnológicos a nível nacional e preço competitivo, a motorizada não foi o sucesso que se esperava mas hoje, passados 25 anos, a Dmc resolveu prestar-lhe uma homenagem, fazendo dela a motorizada nacional da Dmc 18. A máquina, o que ela representou na altura em termos de novidade, e a saudosa Casal, merecem! Caso alguém saiba alguma coisa sobre a mesma, a Dmc agradece, e agradece.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Não é linda?


Depois da Cezeta, e aproveito a ocasião para agradecer as ajudas recebidas nos últimos dias com dados interessantes sobre a mesma, ando às voltas com as outras três fichas da próxima Dmc. E a primeira delas é a da motorizada estrangeira do mês a qual vai ser a belíssima Itom Astor. Já tenho bastantes dados sobre ela mas se alguém souber quem foi o importador da Itom em Portugal ou tiver informações sobre Itoms que tenham vindo parar a Portugal, ficávamos todos a ganhar!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Cê quê?


Alguém aí sabe alguma coisa da Cezeta, a scooter da CZ? Vi uma há um mês e picos atrás no encontor da Vagueira e achei-lhe graça. Aquilo parece um autocarro de dois andares. E agora deu-me para fazer dela a scooter do mês do próximo número da Dmc. Se alguém quiser ajudar, é mais que bem vindo.

Pinsamentos



A 17 está, finalmente, na gráfica, e se tudo correr bem está no correio para os assinantes ainda sexta-feira. Agora as atenções voltam-se para uma coisa nova, para já denominada apenas de "18", que, entre outras coisas, vai falar de Alpinos, e que era bom ficar ainda pronta antes da feira de Aveiro mas que não vai ser fácil. Nos entretantos fica a curiosidade de saber qual a opinião geral sobre a 17, mas para isso vou ter que esperar.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Triciclos?


Confesso que não são as "motos" clássicas que mais me entusiasmam mas há que admitir que há cada vez mais interesse nelas. Já tinha conhecido dois coleccionadores das ditas e hoje conheci um terceiro, o Rogério Nunes. Só tem uma, é certo, uma Ernesto - nem sabia que existia uma marca de triciclos com este nome - mas a dita é very especial pois além de ter diferencial - nem todos os triciclos tinham - tem também uma báscula. Ou seja, punha-se areia, lenha, ou sei lá o quê na caixa do triciclo e, chegado ao destino, era só fazer a báscula trabalhar. Hum, tou a ver que um dia ainda vamos ter que falar disto na revista.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Nos preparativos finais


A julgar pela quantidade de telefonemas e emails que a última Dmc despoletou entre os nossos leitores, a revista está interessante e nota-se que há alterações nela. Isto deixa-me curioso em relação à Dmc17, a próxima, que estamos mesmo a fechar e que deverá ir para a gráfica na próxima sexta-feira. É que ela vai ter 48 páginas - há já quase sete ou oito meses que não temos uma revista com tantas páginas, e vai ter algumas secções novas que prometem dar que falar, nomeadamente uma sobre restauros, outra sobre motos (clássicas) à venda, uma outra que se vai intitular "A figura do mês" e ainda uma quarta chamada "Vistas por aí" sobre motos antigs que ainda andam na rua no dia-a-dia. Tem sido um trabalho de dog mas as reacções das pessoas depois que a revista é publicada valem o esforço. Sente-se que, apesar de todas as limitações e tudo aquilo que ainda há para melhorar, que muita gente está a gostar do que fazemos. Assim continue a ser!