Nos finalmentes do que vai ser o maior artigo da próxima MotoClássica - um levantamento bastante completo do que foi a espectacular história dos primeiros 40 anos da Yamaha no mundo das competições de velocidade em duas rodas - descobri esta foto que me surpreendeu. Já tinha seleccionado umas quantas para o artigo e quase todas eram, ou melhor são, de motos. Faltava-me uma do Kent Andersson e queria algo diferente, algo que me mostrasse uma TA - a moto em que ele correu e foi campeão do mundo nas 125 - no meio das florestas da terra dele ou então algo onde se visse o Kent mas sem estar sentado numa moto. Só me apareciam fotos dele a correr mas de repente apareceu-me esta. Era do Grande Prémio da Finlândia de 1966, uma prova em que o Kent já terá participado tanto em 125 como em 250, e não tinha motos como eu queria, mas como ele não estava na foto, a minha primeira reação foi ignorá-la. Quando, porém, ia a fazê-lo, "descobri" que o Giacomo Agostini era um dos quatro homens que aparecia na foto e aí acenderam-se as sirenes de alarme. A foto era do Grande Prémio da Finlândia e pela fisionimia do grande campeão italiano via-se que na época - o ano era 1966 - ele ainda estava a dar os primeiros passos na MV Agusta. Agostini já corria tanto nas 350 e 500 e no final do campeonato desse ano iria sagrar-se, pela primeira vez, campeão do mundo, nas 500. Só isso já faria a foto interessante, mas há mais. É que os outros três pilotos que estão com ele são, também eles, grandes campeões. O homem da frente é Phil Read que na altura era o piloto-chefe da Yamaha e já tinha ganho dois campeonatos do mundo, nas 250, e ainda iria ganhar mais três. O homem em segundo plano ao centro, com a tshirt à mostra é Mike Hailwood, que na altura já tinha quatro títulos do mundo e que nessa temporada iria ganhar mais dois, ambos pela Honda, nas 250 e nas 350. E, por último mas não menos importante, há ainda, também em segundo plano e à esquerda de Hailwood, Bill Ivy que fazia equipa com Phil Read e que no ano seguinte seria campeão do mundo em 125cc. O Kent naõ estava lá, mas que grande foto!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
O descanso dos guerreiros
Nos finalmentes do que vai ser o maior artigo da próxima MotoClássica - um levantamento bastante completo do que foi a espectacular história dos primeiros 40 anos da Yamaha no mundo das competições de velocidade em duas rodas - descobri esta foto que me surpreendeu. Já tinha seleccionado umas quantas para o artigo e quase todas eram, ou melhor são, de motos. Faltava-me uma do Kent Andersson e queria algo diferente, algo que me mostrasse uma TA - a moto em que ele correu e foi campeão do mundo nas 125 - no meio das florestas da terra dele ou então algo onde se visse o Kent mas sem estar sentado numa moto. Só me apareciam fotos dele a correr mas de repente apareceu-me esta. Era do Grande Prémio da Finlândia de 1966, uma prova em que o Kent já terá participado tanto em 125 como em 250, e não tinha motos como eu queria, mas como ele não estava na foto, a minha primeira reação foi ignorá-la. Quando, porém, ia a fazê-lo, "descobri" que o Giacomo Agostini era um dos quatro homens que aparecia na foto e aí acenderam-se as sirenes de alarme. A foto era do Grande Prémio da Finlândia e pela fisionimia do grande campeão italiano via-se que na época - o ano era 1966 - ele ainda estava a dar os primeiros passos na MV Agusta. Agostini já corria tanto nas 350 e 500 e no final do campeonato desse ano iria sagrar-se, pela primeira vez, campeão do mundo, nas 500. Só isso já faria a foto interessante, mas há mais. É que os outros três pilotos que estão com ele são, também eles, grandes campeões. O homem da frente é Phil Read que na altura era o piloto-chefe da Yamaha e já tinha ganho dois campeonatos do mundo, nas 250, e ainda iria ganhar mais três. O homem em segundo plano ao centro, com a tshirt à mostra é Mike Hailwood, que na altura já tinha quatro títulos do mundo e que nessa temporada iria ganhar mais dois, ambos pela Honda, nas 250 e nas 350. E, por último mas não menos importante, há ainda, também em segundo plano e à esquerda de Hailwood, Bill Ivy que fazia equipa com Phil Read e que no ano seguinte seria campeão do mundo em 125cc. O Kent naõ estava lá, mas que grande foto!
domingo, 9 de janeiro de 2011
O "exército" dos Motoms
Embora seja sabido que o Minho é uma das regiões de Portugal com um melhor acervo de "senhoras" de duas rodas, pouca gente sabe que uma das preciosidades da região é o número de Motoms que ainda por lá há, e muitos deles em bom estado. Dos cerca de 100 a 120 que haverá em Portugal, a maior parte está no Minho e destes, a grande maioria está em Viana do Castelo ou próximo disso. A marca vendeu-se bem por aquelas terras mas, tão importante como isso tem sido o trabalho de preservação e incentivo ao restauro levado a cabo pela Associação das Bielas Velhas de Viana cujos sócios, só entre eles, terão mais de 60. E como a marca se tornou num ex-libris da Associação, os "bianenses" estão a pensar aproveitar o Todos a Fátima para descerem cá abaixo com um pequeno exército de Motoms. "Ainda não sabemos ao certo quantas irão", diz José Albino, da direcção da associação, "Mas vão ser umas quantas. Talvez 10, talvez 15, talvez 20. E, se tudo correr bem, elas vão todas, ou quase todas, a rolar daqui de Viana. Com elas, mais as Xfs - há também um grupo de associados que quer ir de Xfs - e os outros, ainda somos capazes de ser uns 30 ou 40. Viana vai estar presente (em Fátima) e bem presente".
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A mini-Honda e a companheira
O camião que pode levar 50 "senhoras"
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
A "descoberta" do senhor Manuel Irío
domingo, 2 de janeiro de 2011
A acabar o ano com o padre Zé Fernando e outra malta (muita) fixe!
sábado, 1 de janeiro de 2011
A cinquentinha que vai deixar a KLT na garagem
Subscrever:
Mensagens (Atom)