
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
A indomável Roadog

domingo, 26 de dezembro de 2010
A Honda 90 Limusine
Algunas personalizações de clássicas não têm lá muita graça mas há outras que são verdadeiras obras de arte e esta, de uma Honda 90, é uma destas últimas. Foi "descoberta" pelo Carlos Veríssimo de Álcacer do Sal e vale a pena ver, e rever. O primeiro video dá-nos uma ideia do que é a moto e da qualidade do trabalho de quem a fez enquanto o segundo, que terá sido filmado num passeio
de Hondas clássicas, é simplesmente hilariante, sobretudo ao vermos como o condutor faz aquelas curvas fechadas com a maior das facilidades. Não haverá aí nenhum "maluco" que se entusiasme a fazer uma coisa parecida, seja com uma Honda uma Yamaha, uma Florett, uma Zundapp de origem ou até algo "made in Portugal"?
sábado, 25 de dezembro de 2010
Só coisas bonitas
Já há vários anos que tenho por hábito dar um mini-giro por algum lugar longe dos Lisboa na véspera de Natal e este ano não foi excepção. Desta feita fui até aos nortes, ao Minho mais exactamente, e é impressionante a quantidade de coisas que um apaixonado de motos clássicas pode ver por lá mesmo que seja só numa viagem-relâmpago como esta. Para variar, não fui nem a metade dos lugares onde gostaria de ter ido mas tanta coisa boa que mesmo assim deu para ver! Desde uma moto russa de 300cc indescritível - mas que havemos de descobrir o que é - até uma Bina a andar na EN 13 perto de Foz do Neiva (e a passar por uma carrinha da Brigada de Trânsito que ficou estupefacta a olhar para ela e para o seu condutor sem capacete), uma raríssima ACE de quatro cilindros que está a ser restaurada em Famalicão pelo Eduardo "das Indians", três ou quatro Casal das primeirísismas no Armindo "do Louro", os avanços no restauro do que promete vir a ser uma V5 de Turismo com malas "de pistola" de fazer parar o trânsito ou quase, a que é provavelmente a única Suzuki 500cc a dois tempos de competição em Portugal, e mais e mais. Tudo isto em pouco mais de oito horas. E ainda há quem me pergunte como arranjo tanto material para escrever na revista.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Esta é do pai
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A dúvida da família Franco
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Pré-inscrições abertas!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010
A próxima Dmc

domingo, 12 de dezembro de 2010
Não haverá por aí nenhuma?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
O fim de semana passado em Aveiro
Á semelhança de todas as outras Automobilias, pechinchas, pechinchas não havia mas mesmo assim os tempos que vivemos notavam-se nalgumas máquinas, tanto grandes como pequenas. Uma Bmw R90S com muito bom aspecto, e possivelmente trazida lá de fora, estava a ser vendida por 4000e enquanto Floretts meio restauradas podiam ser compradas por 1200e e até uma Sachs meio desfeita mas com documentos e ainda "salvável" podia ser levada por 200e.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Afinal também vamos ter gente da Madeira

Desde que comecei a preparar o Todos a Fátima que uma das pedras que tinha no sapato era a dificuldade, para não dizer quase impossibilidade, de virmos ter gente da Madeira e dos Açores. O projecto arrancou, ou está a arrancar, muito bem, temos gente um pouco de todo o continente já em preparativos mas das duas regiões autónomas sentia que ia ser complicado termos presenças. As motos teriam que vir dentro de contentores por barco e a logística à volta disso não é fácil (se bem que também não é impossível, como se viu no Vespa World Days em que um grupo de "scooteristas" arranjou maneira de estar presente em Fátima). Ontem, porém, tivemos a primeira confirmação que vai estar em Fátima pelo menos um grupo da Madeira, organizado pelo jovem Motorizada Clube da Madeira que foi recentemente constituído no Machico e que conta entre os seus fundadores com Paulo Spínola, um dos principais coleccionadores da Madeira. Paulo e os outros trés sócios fundadores, que aqui se podem ver numa comezaina há poucas semanas atrás por ocasião do primeiro passeio do clube, já têm máquinas, arranjaram uma carrinha de apoio e já têm também dormidas reservadas em Fátima e agora vão começar a divulgar a sua "peregrinação" na ilha. Dado o grande entusiasmo por clássicas que se está a verificar na Madeira, vai na volta ainda vamos ter uma verdadeira "armada" madeirense no 11 de Junho.
A "carrinha" do Litos
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
No começo era só mais uma ideia

Os últimos dias foram de imersão total nas escritas de artigos para a próxima revista. Foram vários artigos a requerer 25 horas por dia - quase - de atenção, mais os preparativos para o Todos a Fátima, mais a preparação de um calendário xpto para 2011 à base de fotos de motorizadas clássicas com caras (muito) bonitas vestidas à época e que vai ser pré-apresentado na feira de Aveiro do próximo fim de semana. O que de tudo isto deu mais trabalho, porém, foi sem dúvida o artigo sobre os primeiros anos da Suzuki no mundo da competição. No número passado falámos da Honda, e a Suzuki, como a segunda marca "japa" a chegar à Europa, tinha que se lhe seguir. A princípio parecia-me que o artigo até nem ia ser muito grande e que se resumiria a falar dos êxítos da marca nos anos 60 nas 50 e nas 125, e depois, mais recentemente, nas 500. Mas esmiuçando aqui e ali descobri que afinal há um mundo de histórias interessantes sobre a marca e os seus esforços para se impôr nas corridas. Apesar de ter surgido muito antes da Honda - quase 40 anos antes - quando a Suzuki descobriu o mundo das duas rodas, a empresa de Soichiro Honda já era a líder incontestada do mercado japonês desta área. O que obrigou a Suzuki, e depois a Yamaha e a Kawasaki também, a terem que criar o seu próprio espaço de mercado em nichos onde a Honda ainda não estivesse ou onde, pelo menos, os seus produtos não fossem tão populares. E um desses nichos era o segmento das 500cc a dois tempos. Quando nos anos 60 a Suzuki pensou em desenvolver uma moto com um motor destes, a Honda já tinha uma 500cc, e isto para já não falar nas marcas inglesas, que ainda eram os principais produtores mundiais e que, todas elas, tinham motos de 500 e 650cc. Todas elas eram a quatro tempos e o que a Suzuki, inteligentemente, pensou, foi que poderia haver lugar no mercado para uma 500 mas a dois tempos a qual, apesar de menos "limpa", teria a vantagem de ter menos componentes mecânicos e ser mais barata. Até então, nenhuma marca "moderna" se atrevera a fazer um motor a dois tempos com uma cilindrada tão alta em grandes quantidades. Além de ser um grande desafio tecnológico, sobretudo por causa das vibrações do motor, ainda havia a percepção geral de que motores a dois tempos para motos de estrada não eram tão "finos" como os a quatro tempos. A Suzuki, no entanto resolveu arriscar. Talvez não tanto por gostar de arriscar mas porque dominava muito melhor a tecnologia dos motores a dois tempos que os de quatro tempos, e também porque sentia que para vingar como grande marca internacional não podia ficar presa às motos de 50, 125 e 250cc. Durante uns anos, a moto, com o nome de 500/5, não teve grande sucesso mas a Suzuki não desistiu e em 1968 lançou uma segunda versão, com um novo motor de 43cv, a T500. A qual também não se vendeu muito. Até ao dia que alguns pilotos privados na Europa, Estados Unidos e Austrália descobriram que ela era excelente em pista. Tão boa, que um deles, Keith Turner, conseguiu ficar em segundo lugar na classe de 500cc do campeonato do mundo de velocidade de 1971. A partir daí, e durante quase 30 anos, a T500, e as suas sucessoras (as famosíssimas GT500) foram um dos maiores sucessos da marca.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Pelo preço de um bom jantar


Et voila!
O que deverá ser um dos maiores trabalhos de resauro de V5s Sport em tempo recorde dos últimos tempos está quase a chegar ao fim. Foi feito em Perelhal, na Garagem Gaião, e foram duas máquinas da primeira versão que tinham que ficar igualzinhas à V5 Sport da casa, também de cabeça de ferro e em amarelo torrado. O timing para fazer as duas, para dois clientes diferentes, era de um mês e apesar de tanto num caso como noutro as máquinas que serviram de base para o restauro estarem em condições aceitáveis, foi preciso percorrer seca e meca para arranjar algumas peças como uma das cabeças do motor ou a grelha do escape da outra. Uma das máquinas já foi entregue e a outra está prevista até à próxima sexta-feira, mas entretanto, a Garagem já tem mais gente interessada em duas outras V5 Sport, imagine-se de que tipo? Igualzinhas a estas, de cabeça pequena e amarelo torrado!
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
E vai mais um

sábado, 20 de novembro de 2010
Velhos são os trapos

quinta-feira, 18 de novembro de 2010
A nova "bomba" do Zé Pedro
Amarelo é o que tá a dar
terça-feira, 16 de novembro de 2010
A Florett custom
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
As "senhoras" no meio das senhoras


domingo, 14 de novembro de 2010
O tio Paulino e a Aliforte do sobrinho
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Quem não tem cão...
De há uns tempos para cá, Manuel Martins não pára. Garagista há mais de 40 anos, começou a trabalhar aos 12 com o pai que também já era garagista e nos anos 90 tomou conta do negócio. Como muitos outros garagistas de norte a sul do país, durante anos e anos o forte do seu trabalho foi a venda e reparação motorizadas. A partir do final da década o negócio começou a cair mas, felizmente, surgiram as máquinas de cortar-relva, as roçadeiras e outros equipamentos afins para equilibrar as coisas. De há dois anos para cá, no entanto, todo este equilíbrio desiquilibrou-se. E tudo por causa dos restauros. Primeiro foi um, depois outro e agora virou uma febre. Tudo o que seja trabalhos de mecânica e electricidades, ele e o filho ainda vão dando conta internamente, muitas vezes a trabalhar seis dias da semana 10 horas por dia ou quase, mas cromagens e pinturas mandam fazer fora. Só que a "febre" já atingiu um nível tal que, sobretudo em matéria de pinturas, as oficinas da zona não conseguem dar conta do trabalho. Quando percebeu o que os trabalhos se estavam a atrasar por causa disso, pensou, pensou e acabou por arranjar solução. Com autorização da mulher e com a ajuda de uns vasos do jardim, "montou" uma estufa no quintal lá de casa. O vento e a humidade da noite não ajudaram mas o Sr Manuel não se deu por vencido. Montou outra estufa, desta feita numa das casas de banho lá de casa, e aí resultou em pleno. "Não é para ser sempre assim", diz ele, "Mas com a ajuda de um bom aquecedor, o trabalho fica impec e assim não atrasamos a entrega das motos. É como na tropa. É preciso fazer-se, faz-se!".
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O limpa-chaminés que queria ser campeão

terça-feira, 9 de novembro de 2010
A Suzuki que vai virar cabeças
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Com uma "senhora", claro

domingo, 7 de novembro de 2010
Os Vilar Pachanchistas de 54

sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Na senda das Pachancho
Tem sido uma semana dura. Estamos a fazer todos os possíveis e impossíveis para ainda hoje pôr a próxima MotoClássica na gráfica e graças à nossa mini-equipa fora-de série - e que ontem ficou a trabalhar até altas horas, em escritas, revisões de textos e paginação de artigos - somos bem capazes de o conseguir. Não é normal mas desta feita o último artigo a ser acabado foi o da capa, dedicado às Pachanchos e apesar do stress, que emoção tem sido o descobrir tanta coisa nova sobre esta espectacular marca. Quando o artigo sobre ela foi começado há coisa de dois meses atrás, pensávamos que iríamos falar das Pachanchos especiais em contraposição às Pachanchos "normais" que se fabricaram em maior volume. Mas, ao começar a falar com entendidos da mara de norte a sul do país, acabámos por descobrir que afinal todas as Pachanchos foram especiais. Ao contrário do que muita gente pensa, não houve uma ou duas Pachanchos que tenham sido o grosso da produção, e depois outras três ou quatro que se tenham produzido em pequenas quantidades. Houve umas 10 ou 12, ou mais - neste momento penso que ninguém sabe ao certo o número - e todas elas fantásticas. A da capa, a Fulmen do Filipe Viana, é sem dúvida uma das mais especiais pois é a única Pachancho com escape "por cima", mas há outras também muito interessantes. Pese todo o trabalho de pesquisa que já foi feito à volta da marca nos últimos anos - e já não foi nada mau - quanto mais tento aprender sobre ela mais me parece que ainda há muito por descobrir sobre a marca.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
O próximo "carro" do Vasco
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A "acelarar" em Sevilha, olé!
Entre os vários clubes de motos antigas espanhóis que vêm oficialmente participar em passeios portugueses há quatro que se destacam, o Dalle Gas de Tomiño na Galiza, o Moto Club el Piston de Santander, o Moto Club Los Charros de Salamanca e o Er Botica, de Sevilha. De todos eles, porém, este último, é, sem sombra de dúvidas o que vem mais a Portugal. Nuns casos com mais membros, noutros com menos, o clube andaluz participa pelo menos em cinco passeios portugueses e pelo menos um deles, o de Almodôvar, já bem longe de Sevilha. Em face de tão boas relações, não será de admirar que quando o Er Botica realiza o seu passeio anual, no final de Outubro, haja uns quantos "hermanos" portugueses a marcarem lá presença e este ano. Começaram por ser meia dúzia, depois uns 10 ou 15 e no ano passado uns 25. Este ano, com a crise, era de se esperar que fossem um pouco menos mas não. Foram quase 40, cerca de um terço de todos os participantes os quais desfilaram, com escolta policial e tudo, por algumas das principais artérias da cidade. Se a participação lusa continuar a aumentar nos próximos anos daqui a dois ou três há mais Casais, Sachs e Fameis que Montensas, Bultacos e Derbis.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Afinal havia outra, e outra, e outra.
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domingo, 31 de outubro de 2010
O campeão de 49

sexta-feira, 29 de outubro de 2010
As loucuras do Erwin

Em homenagem ao pai
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Quase 300.000 euróis!


quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Os calendários do Rui
Quando o Rui Herdandinha, da Arraiolbike um dia destes se ofereceu para me mostrar as antigas instalações da oficina de motos da família bem no centro de Arraiolos, não hesitei. Avisou-me logo que não havia lá motos mas ainda assim achei que valia a pena, nem que fosse para imaginar como seria o bulício da terra há 40 anos atrás cheia de movimento e motorizadas paradas à porta da oficina. Lá chegados, as ditas realmente eram só quatro paredes e um tecto que já deve deixar entrar chuva por aqui e ali. E motos, efectivamente não havia nenhuma. Mas, no meio do entulho todo, havia algo bastante interessante, e pelo menos para mim, cheio de vida. Calendários. Calendários de parede dos anos 60, 70 e 80 que apesar da sua idade, dizem muito, seja sobre as motos que se vendiam na altura, seja sobre a forma das promover. Uma maravilha. E todas ainda na parede, independentemente do seu ano. Dir-se-ia que o pai do Rui, que era quem dirigia a oficina na altura, usava o calendário e depois deixava-o na parede como quadro. Grande ideia. E ainda bem que ninguém se lembrou de os tirar de lá.
Este da Motoesa é o mais recente de todos. Tem pouco mais de 20 anos e além da moto futurista desenhada em cima mostra parte da gama que a empresa fabricava na altura, tendo em primeiro plano a Motoesa EFS Formula I já com jantes de liga leve e outras modernices.
Este, da EFS, é de 1981 - pouco antes dela fechar - e é também interessantíssimo pois mostra talvez toda a gama da marca na época, com as motorizadas mais "potentes" em primeiro plano e com os condutores das ditas com capacetes integrais, portugueses também provavelmente. Com um pouco de sorte, alguém que fez este anúncio ainda se lembrará dele e poderá contar-nos alguma história à sua volta.
Este, com a ajuda do Google, parece-me ser de 1979, e digo parece-me porque não lhe consigo descobrir o ano impresso no mesmo. É da Simões & Filhos e pela importância do pneu (e da jovem toda atrevida que faz questão de nos apontar o seu dedo para ele), percebe-se que na altura o negócio da Verdenstein já era de longe o mais importante da empresa.
Este, da Famel, e de 1969, é o mais antigo de todos. Pela paisagem de fundo, talvez até tenha sido pintado por algum artista local inspirado na bonita Pateira de Fermentelos que se situa perto da antiga fábrica da Famel mas o que é mais curioso nele são as duas motos que o artista, e os responsáveis da Famel, decidiram apresentar, as quais não consigo identificar. Seriam modelos concretos ou seriam imaginados pelo artista?
Haverá por aí mais gente que tenha destes preciosos calendários desta época? Com um pouco de sorte, ainda fazemos aqui no blog uma galeria deles.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Para primeiro, não está nada mau

Enquanto, sobretudo na Grande Lisboa ou no Grande Porto, já vai havendo encontros monomarcas, mais ou menos formais, de inglesas, alemãs, italianas, japonesas e norte-americanas, de "senhoras" da Europa do Leste ainda não tinha havido nenhum. Há coisa de um mês atrás, porém, uma série de carolas da Jawa e da CZ do norte arregaçaram as mangas e em poucas semanas conseguiram por de pé um encontro histórico pois apesar da sua pouca divulgação ainda conseguiu reunir 15 máquinas das duas marcas o que terá constituído a maior concentração de Jawas e CZ da Peninsúla Ibérica nos últimos 40 anos. Foi em Santo Tirso e entre as máquinas presentes contavam-se desde uma rara Jawa Perak de 1947 (a moto mais antiga do encontro) até várias Jawas 559 dos anos 60, passando por outras coisas bonitas como uma CZ 450 de 1961, uma Cezeta, duas CZs twins e outras. Visivelmente entusiasmado com o êxito do encontro, Daniel Moutinho, o responsável do blog do clube (http://jawaczportugal.blogspot.com)e um dos promotores da iniciativa, diz que o mesmo superou todas as expectativas. "Começámos a preparar isto há pouco mais de um mês, de uma forma muito informal e mesmo assim conseguimos reunir 15 motos. Imagine-se o que poderemos fazer para o ano com mais tempo e mais organização. Quem sabe até conseguimos trazer gente de fora".
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Uma surpresa chamada Guimarães
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
"Estes gajos estão malucos, sabe?"
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
A ver quem quer ficar com ela

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